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Visão de Jogo
 


Negligência ou má fase técnica?

O Santos é, sem dúvida, o melhor time do país no papel. Na prática não tem correspondido. A propósito, a que se deve esse momento atônito da equipe de Muricy Ramalho?

No futebol, o meio-campo é o coração de uma equipe, e o meio-campo santista é ótimo: Arouca, Elano, Ibson e Paulo Henrique Ganso. Todos sabem jogar e são refinados tecnicamente; à frente, o genial Neymar e o eficiente Borges.

Embora o peixe tenha conquistado o estadual e a Libertadores, tendo como objetivo no brasileiro único e exclusivamente o título, a negligência não é o motivo de tal situação. Penso que a má fase técnica de alguns jogadores e um desequilíbrio tático tem atrapalhado a equipe de engrenar na competição.

Jogadores como Elano e Ibson estão muito mal. Elano, aliás, precisa de, no mínimo, 20 dias de férias, pois está há mais de um ano jogando sem parar, isto é, está absolutamente desgastado fisicamente. Já Ibson está jogando fora de posição, como volante pelo lado esquerdo. Além de não dá suporte a Leo, que está sobrecarregado, é bastante improdutivo.

Bem, Arouca é segundo volante, tem se posicionado como primeiro, não é combativo, e sai muito para o jogo. Como Ibson e Elano têm sido frágeis defensivamente, sua missão fica um tanto quando complicada.

 O que parece inexplicável é o momento de Ganso. Inacreditavelmente, está indolente nos jogos, não chama mais a responsabilidade, não atrai a marcação, não abre espaço e, principalmente, não dá mais aqueles passes cirúrgicos. Será que fisicamente não está 100%? É bom ressaltar que quando não está bem fisicamente, a técnica é veementemente afetada. Especialistas dizem que atletas que tem rompimento do joelho, necessita de mais 2 meses, além do prazo previamente estabelecido (6 meses) para voltar a jogar em alto nível.

Dizem que Adriano seria uma boa pedida. Adriano faz, de fato, o trabalho sujo à frente da área. Fica fixo na cabeça de área, dando proteção à defesa. Como a equipe ainda está desequilibrada taticamente devido à má fase técnica de alguns jogadores, sua presença melhoraria, ao menos, o sistema defensivo. Creio que Muricy já pensa na possibilidade. Aliás, talvez esse seja o momento de sacar Elano e recuperá-lo fisicamente.

 



Escrito por Romário Silva às 12h36
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O Gigante Barcelona

O protagonismo no futebol é deslumbrante, empolgante, nos encanta e nos faz amar ainda mais a excelência no futebol apresentado. O amante do “velho esporte violento e bretão” se delicia com times audaciosos, que respeitam o adversário fora de campo, mas dentro, na prática, se impõe, não se importa o gramado que está pisando e, muito menos, o adversário.

Imposição. Poucos clubes na história se impuseram. Os que fizeram, estão na história, sendo, até hoje e, eternamente, reverenciados. Tivemos o Santos do Rei Pelé, o Botafogo de Garrincha, o Real Madrid de Di Stéfano, o Milan de Fabio Capello, o Flamengo de Zico, a Holanda de Rinus Michels... Times respeitados, que encantaram, que contaram com atletas de altíssima qualidade e que, na prática do esporte bretão, nos embasbacaram.

O Barcelona de Xavi, Iniesta e Messi entrou para a história. É prazeroso para o jogador, para o treinador e para o presidente do clube entrar positivamente para a história do futebol. Decididamente, o Barcelona é “más que um club”. Sua filosofia é extraordinária. É única.

Posicionamento em sua intermediária até a intermediária do oponente. Pura compactação. Soberba troca de passes. Estupenda movimentação, eficácia, precisão, recomposição e soberania com a pelota. O Barcelona fica com a bola em todos os jogos. Média de 60%. Impressionante. Não fazem faltas, não levam cartão, afinal, como fica muito tempo com a bola, quase não marcam, isto é, deixa evidente que a melhor marcação é a posse de bola.

Imagine um time em que até o goleiro sabe jogar com os pés. Imagine um time que, quando apertado, não rifa a bola, sai com enorme tranqüilidade trocando passes curtos, refinados e rápidos. Esse é o Barcelona. Uma escola fenomenal. “No hay que ganar, hay que desfrutar”. “We Love Football”.

A primeira frase está escrita nos muros do CT, em Barcelona. O importante não é ganhar, é desfrutar, ou seja, o que importa é jogar bonito, é encantar. E a segunda frase é estampada nos estádios pela torcida catalã, num mosaico pra lá de sensacional. Frases diferentes, porém, com o mesmo significado.

O principal fundamento do futebol é o passe. No Barcelona, um tal Xavi Hernandez passa meses sem errar passes. Em média, por jogo, Xavi passa mais de duzentas vezes, e erra... Dois! Isso mesmo. Xavi é cerebral, pensa o jogo, recolhe a pelota dos pés do elegante Busquets e a repassa para Iniesta, Messi, Daniel Alves, Pedro, Villa... E, como de hábito, a recebe de volta como deu, absolutamente redonda.

O Barcelona troca passes no campo de ataque. Esse é um dos trunfos da equipe. E tem Messi, um argentino tímido, responsável, comportado, que quando perguntado o que faz nas horas vagas, respondeu com uma voz baixa: “Almoço, durmo, jogo Vídeo Game, Janto...”. Com a bola nos pés, é capaz de decidir a qualquer instante. Quando recebe a pelota, quase sempre onde adora, atrás do volantes adversários, sempre faz coisas diferentes, como manejá-la com o pé esquerdo infalível. A bola nunca escapa. Ela ama os pés de Lionel que, diga-se, a trata super bem.

O prodígio argentino, revelado pelo Barça, já é comparado aos maiores da história. Messi sabe a hora de passar, de lançar, de carregar, de driblar, faz a leitura do jogo como poucos e destrói com os adversários, deixando-os apavorados quando recebe a bola.

A maneira como joga o Barcelona é formidável. Não foi da noite para o dia que tornou-se um dos maiores clubes. Há mais de 20 anos um trabalho insistente foi feito, e continua sendo feito, sendo aperfeiçoado, e a cada dia mais refinado. Todos sabem jogar, são disciplinados taticamente e, o mais interessante, quase todos foram formados na base. São oito no time titular.

Os apaixonados pelo bom futebol necessitam torcer profundamente pelo Barça, pois, quem sabe a metodologia de trabalho não é plagiada por outros clubes? No Brasil, por exemplo, há treinadores que, aos poucos, tentam implantar determinada característica dos catalães em seus respectivos clubes. É difícil de dar resultado de imediato. É necessária muita paciência, o que, aliás, não tem os cartolas brasileiros.



Escrito por Romário Silva às 12h43
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Santos x Peñarol

Duelo histórico. Há quase 50 anos, decidiram a principal competição Sul-Americana. Na oportunidade, dois belos times. Duas camisas e agremiações pujantes. Alvinegros contra aurinegros. O Santos, três finais e duas conquistas: 1962 e 1963. Vice em 2003 para o Boca Juniors. O Peñarol, com história super vitoriosa, conquistou 5 Libertadores: 1960, 1961, 1966, 1982 e 1987. Vice em 1962 para o peixe.

O time brasileiro é melhor tecnicamente. Muito melhor. Os uruguaios são raçudos, pouco temerosos, e colocaram na cabeça que é possível conquistar a América. Será difícil, mas para um clube de sua tradição, as adversidades costumam ser aniquiladas.

Raio X

DEFESAà Muito idênticas. A do Santos, outrora demasiadamente exposta, com a chegada de Muricy, está muito bem protegida. Com a ausência de Ganso, o então coadjuvante Adriano entrou, passou confiança e faz um grande trabalho à frente da zaga, além, é claro, da disciplina tática dos atletas.

O Peñarol joga em casa e fora quase da mesma maneira: no contra-ataque. Na partida em que os uruguaios garantiram vaga na final, a ocupação de espaços foi determinante. Ocupação na qual deu consistência e poucos espaços para o Vélez, que tem como grande característica o toque de bola. O posicionamento da equipe, não somente da defesa, pode ser preponderante.

MEIO-CAMPOà Para o primeiro duelo, Ganso está fora. Isto é, seguirão os quatro volantes: Adriano, Danilo, Arouca e Elano. O último, veterano, tem aparecido pouco, inclusive, já sendo ofuscado pelo ótimo Arouca, mas é homem de confiança de Muricy, pois é fundamental taticamente para a equipe. E vai ser ainda mais importante devido ao ponto forte do Peñarol, que atua pelo lado direito das defesas adversárias, com Mier e, sobretudo, Martinuccio. O meio-campo peixeiro troca bem passes, mas entre eles, pois há uma trivial descompactação com o ataque.

Os meio-campistas do Peñarol primeiro se preocupam com o desarme, depois tentam contragolpear. Tem feito com eficiência o papel. Contra o Santos, será essencial a compactação, diminuindo os espaços do meias santistas e tentando fazer com que a bola chegue quadrada a Neymar, ou que, ao menos, o craque santista a receba de costas para o ataque. Sem dúvida, Diego Aguirre trabalhará bastante o posicionamento da equipe, sobretudo sem a bola.

ATAQUEà Um craque e um esforçado. Esse é o ataque do Santos. Um que decide e outro que costuma se abster. Neymar tem sido primordial. Vem jogando muito bem em todos os jogos. Neymar-dependência? Diria que sim. Ou seja, “basta” Aguirre impor uma forte e eficaz marcação no popstar Neymar para terem mais chances de levantar o caneco. Aliás, o mestre Armando Nogueira escreveu uma coluna deliciosa pós-título do Santos em 62, contra o Peñarol.

Leia um trecho:

No hotel, em Buenos Aires, antes de tomar o ônibus para o estádio do River Plate, o técnico Bela Gutman recomendou: cerquem o Pelé e ganharemos. No vestiário, quase à hora de entrar em campo, o time do Peñarol foi convocado a um canto pelo técnico Bela Gutman:
-Você, zagueiro-direito, só tem uma tarefa, hoje: marque o Pelé naquelas entradas dele pela meia esquerda. A cobertura será feita pelo zagueiro-interior-esquerdo. O esquema é infalível.
Adiante, Bela Gutman chamou o zagueiro-interior-esquerdo: ”Você hoje só precisa fazer uma coisa: marque o Pelé naquelas entradas pela meia direita. A cobertura é do zagueiro-direito.
O zagueiro-direito, por sua vez, será coberto pelo lateral toda vez que Pelé entrar pela meia.”
Bela Gutman chamou o goleiro: “Você fica de olho nas bolas pingadas na pequena érea: cuidado com Pelé que é perigoso nas cabeçadas. Com outros, não precisa se preocupar; bloqueie sempre os saltos do Pelé.
Chamou, por fim, os dois apoiadores e pediu que ajudassem os quatro zagueiros na missão um tanto incômoda, reconhecia, de marcar Pelé. Incômoda, mas não impossível. Afinal de contas, Pelé não tem nada de super-homem. Basta marcá-lo com cuidado, com rigor, mobilizando as melhores energias de time que ele ficará imobilizado.
Tudo perfeito, tudo assentado, o Exército Argentino conjugado ao Exército Uruguaio, com a cobertura da Marinha e da Aviação. Jogo lançado, Pelé marcado, Pelé marcadíssimo, Pelé ultramarcado, Pelé cercado, Pelé agarrado, Pelé derrubado, Pelé sufocado.
Bola na área, gol de Pelé.

Histórias deliciosas à parte, no Peñarol, o argentino Martinuccio se movimenta bastante, ajuda na marcação e, ao lado de Mier, principalmente, tentar criar jogadas para a conclusão do centro-avante Olivera, grandalhão, ótimo pelo alto, ruim pelo chão. O ataque uruguaio marcou mais vezes que o Santos nesta Libertadores, entretanto, não possuem um craque como Neymar, apenas contam com noites inspiradas de Martinuccio, que está muito próximo de deixar o clube.

PALPITEà É cedo para palpitar, afinal, Ganso pode voltar, alguém se machucar, ser suspenso, como já foi Edu Dracena, infantilmente. Hoje, apostaria no Santos.



Escrito por Romário Silva às 12h57
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Vamos torcer pelo Barça!

 

Vamos torcer pelo Barcelona na final da Champions League. Vamos torcer pelo melhor time do mundo. Vamos torcer pelo time que apresenta um futebol vistoso, envolvente, onde o importante é desfrutar.

 

Voltando um pouco no tempo, mais precisamente em 1982, Copa da Espanha, tínhamos uma Seleção formidável, estupenda, reverenciada por todo o mundo, com aquele meio-campo soberbo: Toninho Cerezo, Falcão, Sócrates e Zico. Que excelência!

 

Os blaugranos nos encantam. A Seleção de 82 encantava. Mas, contudo, infelizmente, em 82 perdemos. Derrota inesperada e ruim para o futebol. Ruim, pois, a sensação que ficou foi a seguinte: o importante não é jogar bonito, é vencer. Ser cintilante nas apresentações não significa que vencerá. Portanto, hoje, a mentalidade em vários países, que afetou times e, sobretudo, treinadores, é que o pragmatismo é mais funcional e fácil de ser implantado do que a exuberância do bom futebol.

 

O Manchester United, time de mentalidade vencedora, é a mais prova disso. Conquistou a Premier League e é finalista da Champions League, demonstrando uma consistência defensiva absurda, além de muita eficiência quando chega ao ataque. Esse estilo defensivo sem protagonismo não me convence. Admiro os que desfrutam.

 

Bom, se o Barcelona for campeão, essa mentalidade de pragmatismo pode acabar, felizmente. A partir daí, os clubes podem colocar na cabeça de seus jogadores que não somente a vitória é importante, mas também a qualidade do futebol apresentado. Mas, caso os diabos vermelhos sagrem-se campeões, sem dúvida alguma, o desprezível pragmatismo ganhará uma absurda consistência.

 

Portanto, nós que somos apaixonados pelo futebol bem jogado, vamos torcer pelo Barça! Que o Barça possa desfrutar e conquistar a famosa e cobiçadíssima Liga dos Campeões.



Escrito por Romário Silva às 16h09
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Aviso!

Comunico aos amigos que assiduidamente frequentam este blog, que estou sem tempo para blogar.

Estou envolvido em alguns projetos na Bahia e, portanto, estou me dedicando profundamente a estes, pois futuramente terei substanciais retornos.

Agradeço demais a colaboração de vocês, lendo minhas matérias e, claro, comentando-as. Não me afasto definitivamente, mas será lenta a frequência de postagens. Uma vez mais, muito obrigado a todos!



Escrito por Romário Silva às 10h42
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Mundial 2014: retrasos y problemas

De ESPN Deportes

SAO PAULO -- Brasil encara serios retos en las obras para mejorar sus aeropuertos, infraestructura y construir estadios para el Mundial de 2014, según un informe de un organismo gubernamental.

En un año crucial en el que se supone que comiencen varios proyectos para la Copa del Mundo, el Tribunal de Auditorías advirtió sobre los problemas en la planificación y la implementación de obras en todo el país.

Las autoridades de todos los niveles fueron criticadas por no cumplir con las fechas establecidas, no controlar los gastos y por la falta de transparencia en sus actos, de acuerdo con el informe del organismo encargado de supervisar la manera en que el gobierno brasileño gasta el dinero del erario.

El comité organizador del Mundial no contestó el viernes las llamadas telefónicas ni los correos electrónicos solicitando una reacción al informe.

El informe detectó problemas en las mejoras a los sistemas de transportación urbana en algunas ciudades sedes, e incluso hay dudas de que la joya del fútbol brasileño _el estadio Maracaná de Río de Janeiro_ estará listo a tiempo.

La advertencia se produjo apenas días después que Pelé y el ex presidente de la FIFA, Joao Havelange, expresaron preocupación por el ritmo de las obras para el torneo más importante del fútbol.

El informe, publicado el miércoles, señala que hay "un gran riesgo" de malversación de fondos públicos, similar a lo que sucedió en los preparativos para los Juegos Panamericanos de 2007 en Río, cuando el gobierno reconoció que cometió graves errores en la planificación y el financiamiento de la justa.

Las renovaciones en los aeropuertos de la mayoría de las 12 ciudades sedes comenzarán apenas este año, y el informe destaca que los problemas con los procesos de subastas y con los permisos ambientales podrían ocasionar retrasos en las obras para mejorar la pésima infraestructura de transportación aérea.

Eso ya sucedió en el aeropuerto Viracopos en Campinas, cerca de Sao Paulo. Las obras allí están atrasadas por los problemas para conseguir los permisos ambientales necesarios. Las obras en el aeropuerto Salvador, en el noreste de Brasil, están retrasadas por problemas en la subasta, según el informe.

Otra preocupación es la construcción de los estadios.

Sao Paulo, la ciudad más grande de Sudamérica, todavía no cuenta con un proyecto aprobado por la FIFA, aunque la fecha límite fijada por el organismo rector del fútbol mundial expiró el año pasado. El club Corinthians dijo que construirá un estadio capaz de albergar partidos para la Copa del Mundo, pero todavía no se sabe si cumpliría con los requisitos para ser la sede del partido inaugural.

Maracaná, la posible sede de la final, está siendo renovado, pero el costo de esas obras aumentó considerablemente y no es seguro que esté listo a tiempo. El estadio sería utilizado también para la Copa Confederaciones de 2013.

Además, el estadio Nacional en la capital Brasilia podría convertirse en un "elefante blanco", mientras que el estadio Amazonia Arena en Manaus es un proyecto "incompleto y deficiente", según el organismo. En Natal, ni siquiera se sabe si comenzará la construcción del estadio Dunas Arena.

El informe también señala posibles retrasos en proyectos de transporte urbano en ciudades como Fortaleza, Belo Horizonte y Recife.



Escrito por Romário Silva às 12h20
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Seleção Brasileira burocrática

A vitória do Brasil frente à limitadíssima seleção escocesa era previsível. Devido à oceânica diferença técnica, esperávamos uma vitória convincente. Não foi. Fomos burocráticos.

Qual o time titular da seleção? Ainda não sabemos. Isso preocupa bastante, pois estamos às vésperas de uma Copa América e o time ainda não está definido, sendo assim, dificultando o entrosamento dos jogadores.

Mano descartou a sua formação preferencial: 4-2-3-1. Atuou com três volantes: Lucas Leiva, Ramires e Elano; Jadson foi o meia e Neymar e Leandro Damião formaram o ataque.

A seleção teve muitas dificuldades na saída de bola. Primeiro que os volantes não se apresentavam, e segundo porque quando davam opções, não eram precisos. Na maioria das vezes, os passes imprecisos se deviam à displicência.

Neymar, agora conhecido pelos ingleses, com os dois gols na partida, chegou ao terceiro gol com a camisa do Brasil.

A entrada de Lucas no segundo tempo foi muito proveitosa. Deu duas ótimas arrancadas, lembrando os momentos cintilantes de Messi no Barça, partindo pra dentro dos zagueiros, e deixou Jonas na cara do gol, mas o ex-gremista finalizou bisonhamente.

Mano precisa dar padrão tático e definir o time titular. Os próximos dois amistosos do Brasil serão contra adversários de alto nível: Alemanha e Holanda. Nestas partidas, Mano precisa colocar em campo o time que ele utilizaria na Copa América, para observar bem se de fato é a melhor escalação.

Sebastian Vettel passeou em Albert Park

A Red Bull está muito a frente das outras escuderias. Vettel, ao lado de Hamilton e Alonso, são os pilotos descomunais. O alemão, em momento algum teve sua liderança ameaçada. Passeou em Melbourne.

O curioso é que, com o mesmo carro de Vettel, Mark Webber pilotou muito mal. Chegou na modesta 5° colocação. Uma vez mais decepcionou em casa.

Os brasileiros? Felipe Massa em nono e Rubinho... Abandonou.

Rogério Cem

O mito Rogério Ceni marcou o 100° gol contra o time que ele gostaria: Corinthians. O 100° saiu com vitória do São Paulo. Foi um gol decisivo. Ou seja, o gol 100 foi feito no momento certo.



Escrito por Romário Silva às 11h31
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O Corinthians sabe o que está fazendo?

A contratação de Adriano é, sem dúvida, um baita risco. Dentro de campo, o imperador foi decisivo, mais recentemente, para o Flamengo, ganhando o título da Liga Nacional e sendo artilheiro.

Os especialistas se perguntam: será que ele quer? Ele quer. Se não quisesse não teria voltado para a Itália. Mas, infelizmente, não depende só do indivíduo Adriano. Adriano é depende químico, leia-se álcool, ou seja, está doente, precisa de acompanhamento.

“Adriano, o Corinthians não é clínica de recuperação!”, exclamou alguns membros da uniformizada do Corinthians. Adriano chega sob pressão. Precisa ganhar respeito e prestígio com todos marcando gols e voltando a ser decisivo. Tem qualidade para isso? Indiscutivelmente, sim. Mas, entretanto, precisa está com vontade de mostrar.

Em 2009, Adriano foi antiprofissional, faltando a treinamentos e a jogos importantes, mas foi descomunal dentro das quatro linhas. Acredito que, na oportunidade, por no ano seguinte ter sido de Copa, Adriano teve uma motivação significativa. Só que o imperador agiu tão mal, que Dunga repreendeu-o não o convocando.

Uma das piores coisas é contratar um jogador sem o aval do treinador. Tite não queria Adriano. Aliás, boa parte da cúpula corintiana não queria. Ronaldo está interessado em cuidar da imagem do imperador e o colocou no Corinthians. Adriano chega ao Corinthians circundado de muitas pessoas que desconfiam de seu trabalho.

O Corinthians fez um contrato de produtividade. Eu não o contrataria. O Corinthians ofereceu um contrato de risco como que, dessa maneira, Adriano será profissional. Não será. Continuará mentindo, faltando a treino e a jogos importantes, sobretudo se não tiver acompanhamento especial.



Escrito por Romário Silva às 14h10
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Vai começar a temporada da Formula 1

Enfim, a temporada da Formula One vai começar. Após o adiamento da prova de abertura que seria no Bahrein, Albert Park, na Austrália, está preparada para sediar a abertura da temporada que, sem dúvida, promete.

Sou literalmente apaixonado pela principal competição de automobilismo do planeta. Assisto todos os Grandes Prêmios. Assisto todos os treinos classificatórios. Assisto todos os treinos livres, independentemente do horário.

Nesta temporada, teremos cinco campeões mundiais na disputa: Fernando Alonso –- o melhor do grid --, Lewis Hamilton, Jenson Button, Sebastian Vettel e Michael Schumacher. Apenas em 1968 e 1970 tivemos cinco campeões mundiais no grid.

Os compostos da Pirelli estão desgastando rapidamente. Até mesmo os pneus duros. Dizem que os pilotos farão mais de duas paradas na Austrália. Isso que dizer que teremos muita, mais muita emoção.

 A Red Bull continua na frente das outras, mas a charmosa Ferrari -- eu sou antiferrarista -- evoluiu substancialmente. A vantagem da escuderia austríaca diminuiu. A McLaren, nos testes em Barcelona, deixou evidente que está um pouco atrás. Mas, claro, Martin Withimarsh pode estar escondendo o jogo, já que afirmou que na Austrália, a escuderia inglesa teria novidades. Veremos...

É muito cedo para palpitar, mas vou chutar. Em minha opinião, Fernando Alonso será o campeão. Mas, por motivos óbvios, estarei insistentemente secando-o.



Escrito por Romário Silva às 12h02
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O drama de Kaká

O melhor jogador do mundo em 2007 vive um drama. Indiscutivelmente, o pior momento de sua carreira. Kaká foi contratado a peso de ouro pelo Real Madrid. Florentino Pérez pagou 65 milhões de euros para tirá-lo do Milan.

A lesão no púbis é o grande entrave na carreira do jogador. Parece ser crônica, infelizmente. Kaká jogou no sacrifício o Mundial de 2010, na África do Sul. Inclusive, jogou com infiltrações para suportar a dor.

Após cinco meses se recuperando, regressou ao plantel do Real, treinou junto com os jogadores e passou a ser relacionado pelo melhor técnico do mundo, José Mourinho, que já disse que Kaká é imprescindível.

Mas, entretanto, Kaká voltou a se lesionar e, desta vez, Mourinho pediu aos médicos merengues que cuidassem do Kaká e só o liberassem 100% clinicamente. Situação difícil passa o brasileiro.

O portal espanhol, “El País”, publicou que Kaká está cansado do Mourinho, que pouco o aproveitava. Inclusive, surgiram rumores de que o meia brasileiro poderia ser negociado com Milan ou Chelsea.

Mano Menezes tem Kaká como um dos líderes da Seleção Brasileira na Copa de 2014, mas, claro, para isso, Kaká precisa engrenar, ter seqüência e jogar um futebol convincente. Mas as repreensíveis lesões estão fazendo com que Kaká fique impossibilitado de desenvolver cintilantemente o seu trabalho.



Escrito por Romário Silva às 13h21
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Análise dos quadrifinalistas da Champions League

Internazionale x Schalke 04

A classificação histórica da Inter sobre o Bayern fortalece substancialmente os italianos, que apostam na fase esplêndida do camaronês Samuel Eto´o, artilheiro da competição, com oito gols, ao lado de Messi, e quatro assistências. No geral, Eto´o participou de 12 dos 15 gols da Internazionale.

O ambiente no Schalke não anda muito bem. O Felix Magath, nesta semana, foi demitido. Os alemães esperam conseguir um bom resultado na Itália e definir a sua classificação na Alemanhã, jogando em casa, com o apoio de sua empolgante e apaixonada torcida.

Chelsea x Manchester United

Os londrinos não fazem uma temporada boa. Ocupa a 4º posição na Premier e já foram eliminados na FA Cup e na Carling Cup. A mudança de fase repentina de alguns relevantes jogadores, somado à demissão inexplicável do assistente técnico Ray Wilkins, culmina na temporada reticente. Outro ponto desfavorável é a ineficiência do ataque, no qual há atletas renomados, mas que estão num momento crítico.

O Manchester está na liderança na Liga Nacional e na final da FA Cup. Os números são ótimos, mas se analisarmos o desempenho da equipe, ficamos com um pé atrás. O Manchester vence mas não convence. Tem sido pragmático. Mas, em minha opinião, no confronto mais equilibrado das quartas, o United leva levíssimo favoritismo.

Barcelona x Shakhtar

Sem dúvida nenhuma o Barcelona é totalmente favorito. Os catalães farão a primeira partida em casa, e é bom fazer um resultado considerável, pois, no Caldeirão de Donetsk, o Shakhtar tem uma força impressionante. A propósito, a última derrota dos ucranianos em casa foi em 2008.

Real Madrid x Tottenham

Real Madrid e Tottenham têm o melhor ataque da Champions. Os merengues são favoritos pelo elenco e pela superioridade técnica, e, sobretudo, por ter José Mourinho.

O Tottenham eliminou o líder da Liga Nacional da Itália, o pujante Milan, portanto, estão mais confiantes e preparados. O grande destaque dos londrinos é Aaron Lennon, que cria muitas situações de gol aberto pela direita. E agora Marcelo? Apoiar ou guardar posição para inibir as investidas de Lennon?



Escrito por Romário Silva às 13h05
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Quarta-Feira agitada

Para quem gosta de futebol e, acima de tudo, tem uma vida boêmia (como eu), foi o dia de sentar na poltrona, ligar a TV e deliciar os grandes jogos.

O dia começou à tarde, com jogos da Champions League. Em Madri, O Real enfrentou o Lyon, pelas oitavas-de-final. Nas últimas seis temporadas, foram seis eliminações precoces, e a pressão veio à tona, inevitavelmente, nessa decisiva partida.

Mas, entretanto, no banco de reservas tinha o melhor técnico do mundo: José Mourinho. O lusitano trabalhou o psicológico dos jogadores, e eles responderam muito bem, vencendo os franceses por 3 a 0.

Em Londres, num jogo modorrento, o Chelsea não saiu do zero contra o modesto Copenhague. Como os londrinos venceram na Dinamarca por 2 a 0, garantiram a classificação.

Amanhã, teremos o sorteio das quartas-de-final sem nenhuma restrição, ou seja, podemos ter Real e Barça, Manchester e Chelsea, enfim, jogos desse nível.

A noite chegou e eu não me deliciei com o jogo do Internacional, pois, na Bahia, choveu torrencialmente com relâmpagos e trovões, e, portanto, perdi o sinal da TV a Cabo. Mas, 1h depois, pude ver o final do jogo do colorado que, embora tenha tomado o primeiro gol, virou tranquilamente e conquistou uma vitória que era previsível.

Na seqüência, quatro jogos: Fortaleza x Flamengo e Uberaba x Palmeiras pela Copa do Brasil, e Colo Colo x Santos e Cruzeiro e Deportes Tolima pela Libertadores. E agora? Bem, não perdi a oportunidade e deliciei o Mosaico de jogos. Os quatro jogos na mesma tela passando simultaneamente. Óbvio que é maluco e divertido, mas consegui acompanhar um pouco de cada um.

Na aprazível Fortaleza, um jogo agradável, muito movimentado, chances de gols criadas, e três gols do Flamengo, que eliminou o jogo de volta. Os cearenses iniciaram muito bem, marcando no campo de ataque, investindo suas jogadas pelas pontas e levando perigo em chutes venenosos. Mas, após o gol de Renato, o rubro-negro equilibrou a partida e, por conseguinte, marcou dois gols na etapa final.

O gramado do Uberabão, em Uberaba, estava ridículo. Pior, choveu e estava escorregadio. O Palmeiras soube aproveitar a fragilidade do adversário e decidiu o jogo ainda no primeiro tempo, marcando quatro gols: Luan (2), Kleber (2).

Pela Libertadores, o Santos visitou o perigoso Colo Colo e chegou a terceira partida sem vencer. A situação é complicada. O time está pressionado. O peixe abriu o placar numa cobrança de falta fantástica de Elano. Depois, os chilenos viraram para 3 a 1. O bom goleiro Rafael, infelizmente para os santistas não estava numa noite feliz, pelo contrário. O Santos até diminuiu com Neymar, após receber ótimo passe do descomunal Paulo Henrique Ganso.

Bem, para fechar, na Arena do Jacaré, com a ilustre presença do técnico da Seleção Brasileira, Mano Menezes, o Cruzeiro voltou a não tomar conhecimento do visitante e aplicou uma sonora goleada no possante Tolima: 6 a 1. No momento, indiscutivelmente, o Cruzeiro é o melhor time do Brasil. No momento, o Cruzeiro é o melhor time da Libertadores. No momento, dos brasileiros, o Cruzeiro é aquele que está absolutamente tranqüilo e sem a mínima pressão.



Escrito por Romário Silva às 10h48
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Por que Muricy pediu demissão?

Muricy Ramalho é o melhor treinador do país. Quando assumiu o Fluminense, sabia das dificuldades estruturais do clube das laranjeiras, mesmo assim, aceitou o convite, até porque, financeiramente era espetacular: R$ 650 mil.

Com todas as adversidades, Muricy conseguiu ser campeão brasileiro. Jogadores comuns se tornaram imprescindíveis, tais quais Gum, Leandro Euzébio e Carlinhos. O título foi inquestionável. Inclusive, na entrevista coletiva após a vitória sobre o Guarani, Muricy disse que a direção precisava melhorar as condições de trabalho.

Esse questionamento de melhorar a estrutura foi feita à direção anterior, que perdeu a eleição, e a oposição assumiu, sabendo dessa exigência do Muricy, entretanto, outros objetivos estavam à frente da melhoria do CT.

“Estrutura não ganha jogo, mas ajuda o time a ficar na ponta”, disse Muricy. Perfeito. O gramado das laranjeiras é vergonhoso, não há outra alternativa, já que Xerém necessita imediatamente de melhoras. Muricy trabalhou no Internacional e no São Paulo. Lugares onde as estruturas são de primeiro mundo.

CT não é só campo. São muitas coisas. Em 1991, Vanderlei Luxemburgo admitiu que, no futuro, os clubes cariocas teriam sérias dificuldades, pois não tinham e nem pensavam em construir um Centro de Treinamento.

Mas me incomoda Muricy, indivíduo que sempre preza pelas atitudes corretas, deixar o Fluminense em meio ao campeonato estadual e, principalmente, na dramática situação na Libertadores. Não é atitude de Muricy. Também não é comum, pelo contrário, Muricy pedir para sair. “Quando eu assino uma coisa, eu tenho que cumprir. Meu pai me ensinou desta maneira”, afirmou Muricy Ramalho. Portanto, algo além da estrutura aconteceu, e esse algo foi preponderante.

Eu não sei qual o verdadeiro motivo pelo qual Muricy pediu para sair. Na verdade, ninguém sabe, nem mesmo Peter Siensem, presidente do clube, que tentou e não conseguiu dar uma explicação categórica sobre a saída do treinador.



Escrito por Romário Silva às 10h27
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Fantástico Barcelona

Eu assisti quase todos os jogos do Barcelona nessa temporada. Embasbaquei-me em quase todos, pois a volúpia que implanta os catalães é genial. As apresentações do Barça são cintilantes e soberbas.

A postura agressiva como se comporta dentro de campo, engolindo os adversários, com quase todos os jogadores no campo de ataque e sendo absolutamente soberano na posse de bola é de impressionar.

O Barcelona não dá chutão. Sai trocando precisos passes. Não há jogadores afoitos, nervosos, todos são francos e cientes da alta capacidade que tem, por isso pouco erram.

Com apenas 18 anos de idade, pude acompanhar poucos grandes times. Mas, contudo, pude acompanhar e continuo acompanhando excepcionais jogadores. Por exemplo, dentre os descomunais que vi, Zidane foi o mais técnico, e Ronaldinho Gaúcho o mais brilhante.

Nesse Barcelona, Xavi Hernandéz – que passa meses sem errar passe – me faz lembrar o francês, pois ambos têm estilo de jogo semelhante, e em suas equipes foram e são as cabeças pensantes.

Ronaldinho Gaúcho encantou o mundo. Foi simplesmente genial. O argentino Lionel Messi, de apenas 23 anos de idade, apresenta-se sempre genialmente, sendo, na maioria das vezes, o grande protagonista.

Que bom seria se, pelo menos, os clubes tentassem ser agressivos, e desprezassem o demasiado esquema tático com 3 zagueiros, 3 volantes, jogando no contra-ataque, enfim, que ao menos tentassem vencer convencendo. De certa forma é até compreensível, pois poucos clubes, quase nenhum, possuem jogadores que possam apresentar metade do que alguns descomunais do Barça apresentam.

Times como o Barcelona merecem ganhar tudo que disputar. Eu não sou torcedor do Barcelona. Eu amo o Chelsea. Mas, admito, torço demais para que os catalães possam ganhar a Liga Nacional, a Copa do Rei e, claro, a Champions League, pois quem encanta o mundo merece “lograr” seus objetivos.



Escrito por Romário Silva às 12h20
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Mais um malogro de Adriano

Adriano chegou num momento de sua carreira que jogar futebol não é mais prazeroso. O jogador prefere a vida boêmia à disposição profissional. Adriano não foi à Copa de 2010. Por quê? Porque não quis. É possível? Sim. Adriano não se comportou bem quando atuava no Flamengo. Embora tenha resolvido dentro de campo, fora se comportava mal. Faltava a treinamentos, criava histórias para não jogar, enfim.

Sua passagem na Roma foi ridícula. Chegou 15 kg acima do peso. Não se condicionou fisicamente, devido a isso, a forma técnica foi veementemente afetada e, uma vez mais, sua passagem na Itália foi catastrófica.

Ainda na Roma, Adriano veio passar férias no Brasil. Não se cuidou, não voltou na data prevista e, pior do que isso, recusou-se a fazer o teste do bafômetro, tendo sua carteira de habilitação apreendida. Seu contrato com a Roma tinha cláusulas de comportamento. Adriano recebeu algumas punições financeiras, mesmo assim, continuou extrapolando nas atitudes.

No Brasil, inexplicavelmente, as portas estão absolutamente escancaradas para o imperador. Não consigo entender. Como podem contratar um jogador desse lastimável histórico? Dizem que Adriano pode parar no Flamengo. Uma pesquisa foi feita e 85% dos torcedores rubro-negros aprovam a regressão do imperador. O torcedor brasileiro não se importa com as atitudes repreensíveis dos atletas fora de campo, desde que esses tenham um significativo desempenho dentro de campo.

Se eu fosse presidente de clube, jamais contrataria Adriano. Que fique bem claro: vida particular de jogador só pertence a ele próprio. Mas, entretanto, se o comportamento fora interfere o desempenho dentro de campo, temos que ressaltar e repreendê-lo.



Escrito por Romário Silva às 10h41
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